<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857</id><updated>2011-04-22T04:36:32.823+01:00</updated><title type='text'>comunicar...divagando</title><subtitle type='html'>Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. 
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. 
Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive.

Ricardo Reis</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-115005321864897951</id><published>2006-06-11T20:04:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T23:34:50.986+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 21 - Comunicação de crise</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Perante um problema qualquer inesperado, um “assessor” manipula, transformando a realidade a seu favor.&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Comunicação de Crise&lt;/strong&gt; é uma ciência, no sentido em que está devidamente estruturada. Enquanto que o spinning consiste em inventar situações para encobrirem algo inesperado que acontece, a comunicação de crise vai aproveitar uma parte da realidade para que o desenrolar da situação seja visto pela positiva.&lt;br /&gt;Como disse Winston Churchill, “&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;Um optimista vê uma oportunidade em cada calamidade; um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comunicação de Crise:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.comunicarte.com.br/at_com_cri.htm"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;"Atende emergências no campo da Comunicação Institucional em situações de crise. Definição e implementação "on time" de estratégias comunicacionais.Visa o tratamento adequado de situações ou fatos sensíveis para a empresa, de maneira a transformar possíveis riscos potenciais em oportunidades concretas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.luispaixaomartins.net/arquivo03portascrise.htm"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;"Se o Marketing Institucional se destina, por regra, a potenciar as nossas ideias ou iniciativas, tornando-as mais visíveis, a Comunicação da Crise tem por objectivo diminuir o impacto das ideias e das iniciativas que os outros lançam contra nós. Não é uma disciplina que, ao ser utilizada, nos faça chegar ao fim do dia com uma grande satisfação profissional. Pelo contrário, além de nos obrigar a um esforço suplementar de auto-disciplina e de frieza táctica, deixa-nos sempre a sensação de que dispensámos energias e esforços desproporcionados para os modestos resultados obtidos."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;(Luís Paixão Martins)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.luispaixaomartins.net/arquivo03portascrise.htm"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/EC%20notas%20livro%20GestãoCrise.htm"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;“Numa crise (...) só os jornalistas se comportam sempre da mesma maneira: procuram uma boa notícia (“os jornalistas adoram as crises, enquanto os dirigentes das empresas as detestam”), querem saber o que é que sucedeu, de quem é a culpa, quem deve ser considerado responsável pelo sucedido e, por fim, o que é que se está a fazer para evitar a sua repetição. Faz parte do jogo e é necessário aceitá-lo.”&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Os tipos de crise &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; As crises previsíveis - são as situações críticas que, de uma forma ou de outra, se podem antever como, por exemplo, os despedimentos em massa ou as falências. &lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Consideram-se assim as crises:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- de âmbito económico (ex.: falências);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- de alterações estruturais (ex.: despedimentos e reestruturações);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- contextuais (ex.: Guerra no golfo). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; As crises imprevisíveis - que, como o nome indica, não é suposto saber-se com antecedência que irão ter lugar e que obviamente são as mais difíceis de gerir convenientemente. Note-se que a maioria das situações de crise são justamente deste tipo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Consideram-se neste caso:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- catástrofes naturais (ex.: sismos, inundações);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- desastres empresariais (ex.: queda de avião, incêndio);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- financeiras (ex.: take over hostil);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- sabotagens (ex.: acções terroristas);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- agressões (ex.: difamações, acção de grupos de pressão);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- contextuais (novamente o exemplo da Guerra do Golfo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Atentado de 11 de Março de 2004&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;A 11 de Março de 2004, 10 mochilas carregadas com TNT (Trinitrotolueno) explodiram em quatro combóios em quatro pontos diferentes da região de Madrid. As explosões ocorreram durante a hora de ponta da manhã nas estações madrilenas de Atocha (3 bombas), El Pozo del Tío Raimundo (2 bombas), Santa Eugenia (1 bomba) e num comboio a caminho de Atocha (4 bombas). As forças de segurança encontraram mais 3 bombas, que segundo o ministro do Interior Ángel Acebes, estariam preparadas para explodir quando chegassem os primeiros socorros às vítimas.&lt;br /&gt;Inicialmente, o governo espanhol, atribuiu o atentado à ETA, argumentando que foi utilizadado um explosivo normalmente usado pela ETA . No entanto, a ETA negou qualquer responsabilidade no atentado.&lt;br /&gt;Pouco depois, o governo espanhol admitiu como possível a hipótese de a Al-Qaeda estar envolvida, havendo provas nesse sentido, uma vez que um grupo próximo da Al Qaeda, as Brigadas de Abu Hafs Al Masri reivindicou o atentado em nome da Al Qaeda.&lt;br /&gt;A três dias das eleições, os partidos políticos suspenderam as suas campanhas eleitorias e o governo decretou três dias de luto nacional convocando, para o dia 12 de Março, uma manifestação em todas as capitais de província de Espanha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/11mar04_madrid2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.universia.com.br/html/materia/materia_dajg.html"&gt;"A estratégia de George W. Bush somente fez recrudescer o terrorismo, alimentado pelo ódio aos Estados Unidos e seus aliados. O apoio de Aznar resultou na surpreendente derrota política de seu partido nas eleições do dia 14 de março. Ele sai do poder, depois de oito anos, carregando a culpa pela morte de inocentes. " &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/04/12/internacional/inquerito_11m_termina_29_pessoas_acu.html"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;"Inquérito do 11-M termina com 29 pessoas acusadas (...) Para o Partido Popular, que desde o início acusou a organização separatista basca de estar por detrás dos ataques, estes são apenas "actores secundários" dos atentados. Para o deputado Vicente Martínez Pujalte, del Olmo não investigou "quem está acima dos autores materiais": "Hoje ninguém se atreve a dizer que os terroristas islâmicos e os da ETA são como água e azeite."A acta de acusação menciona apenas uma vez a ETA, num comentário de uma testemunha que o juiz considera ter uma "consistência nula". O responsável pela Organização do PSOE, José Blanco, pediu ao PP que ponha fim às "especulações" e abandone a sua mensagem de "rancor e mentira". "&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;(&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; DN, 15 de Abril de 2006)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-115005321864897951?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/115005321864897951/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=115005321864897951' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/115005321864897951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/115005321864897951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-21-comunicao-de-crise.html' title='Aula nº 21 - Comunicação de crise'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-115004720975103713</id><published>2006-06-11T18:23:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T23:34:25.476+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 20 - Spin Doctor Karl Rove</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/karl_rove_plays.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/karl_rove_plays.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2004/11/041106_karlrovergpc.shtml"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;“Desde que o presidente George W. Bush foi eleito governador do Texas pela primeira vez com a ajuda do consultor Karl Rove, em 1994, a trajetória política dos dois está intimamente ligada. Costurando nos bastidores, Karl Rove foi mais uma vez essencial em uma campanha - neste caso, a que levou o chefe dele ao segundo mandato presidencial.”&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Caso Valerie Plame&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Karl Rove, assessor político de George W. Bush, pôs a Casa Branca em apuros quando revelou à imprensa a identidade da agente encoberta da CIA, Valerie Plame.&lt;br /&gt;Este incidente deu-se quando Joseph Wilson, um ex-embaixador foi, em 2002, de missão para a Nigéria, para investigar se Saddam tinha comprado urânio enriquecido tendo, depois, publicado que não houve nenhum contrato de urânio com o Iraque. Isto veio contradizer aquilo que Bush insinuara no seu discurso sobre o estado da União em Janeiro 2003.&lt;br /&gt;Depois disso, e revoltados com as declarações de Joseph Wilson, dois membros da Administração Bush chamaram seis jornalistas, descobrindo a identidade da esposa de Wilson, Valerie Plame, como agente encoberta da CIA. Aqui estava a marca de Karl Rove com as suas artimanhas.&lt;br /&gt;As consequências deste caso foram várias e graves: uma jornalista do &lt;em&gt;New York Times&lt;/em&gt;, Judith Miller, foi presa por recusar revelar as fontes sobre o caso, enquanto que a revista &lt;em&gt;Time&lt;/em&gt; entregou à justiça as notas do seu jornalista Matthew Cooper, que mostram como Karl Rove procurou desacreditar Wilson, dizendo ao jornalista que Wilson tinha ido à Nigéria graças a sua mulher, agente da CIA e especialista em armas de destruição massiva.&lt;br /&gt;Em 2003, seguro de que Rove não era o responsável pelo caso Plame, Bush afirmou que despediria o responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jornalistas.online.pt/noticia.asp?idCanal=499&amp;id=3651"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;"Se alguém cometeu um crime, não trabalhará mais na minha administração", declarou George W. Bush, em conferência de imprensa na Casa Branca, citado pela Lusa. Bush comentava o facto de Matthew Cooper, repórter da revista norte-americana “Time”, ter revelado a 17 de Julho que o conselheiro político do presidente, Karl Rove, foi a primeira pessoa a falar-lhe da mulher de um embaixador que trabalhava para a CIA."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que será de Bush sem o seu “cérebro” (ou pelo menos o único que funciona)?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Citação:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;“Karl Rove é o político puro. Ele não está interessado em políticas públicas por elas mesmas, mas sim no modo como elas vão afectar a percepção da população ou dos eleitores. ”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(John Todd, cientista político da Universidade do Norte do Texas)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/luck-120803.png" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-115004720975103713?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/115004720975103713/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=115004720975103713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/115004720975103713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/115004720975103713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-20-spin-doctor-karl-rove.html' title='Aula nº 20 - Spin Doctor Karl Rove'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-115004503345757486</id><published>2006-06-11T17:49:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T18:35:16.383+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 19 - "Manobras na Casa Branca"</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/wag%20the%20dog.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/wag%20the%20dog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Ficha Técnica:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;“Manobras na Casa Branca” (Wag The Dog)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Realizador:&lt;/strong&gt; Barry Levinson&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Argumento:&lt;/strong&gt; David Mamet, Hilary Henkin, Larry Beinhart&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Interpretado por:&lt;/strong&gt; Robert De Niro, Dustin Hoffman, Anne Heche, Denis Leary, Willie Nelson&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;EUA, 1997&lt;br /&gt;97 minutos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Sinopse: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;A menos de duas semanas das eleições americanas, o presidente e candidate é alvo de um escândalo que passa as eleições para Segundo plano nos títulos da comunicação social. Mas antes que esse incidente cause estragos irreparáveis, um spin doctor é chamado para resolver os problemas. Esse spin doctor é Conrad Brean (Robert DeNiro) que tem a capacidade da manipulação, quer política, quer da imprensa e, mais importante do que isso, manipula o povo americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;em&gt;“Adaptado da obra homónima de David Mamet, "Manobras na Casa Branca", apresenta uma visão crítica, em forma de farsa, sobre a presidência e sobre as campanhas puritanas anti-Clinton. A menos de duas semanas das eleições, um escândalo ameaça a candidatura do presidente a um segundo mandato. Mas antes do incidente poder causar danos irreversíveis, um misterioso homem é chamado à Casa Branca para resolver o problema. O homem é Conrad Brean (Robert DeNiro), cuja profissão consiste em manipular a imprensa e, através dela, o povo americano. Brean consegue desviar as atenções do escândalo do presidente para uma história mais importante: uma guerra. Com a ajuda de Stanley Motss (Dustin Hoffman), um famoso produtor de Hollywood, e da sua equipa, Brean reúne uma equipa de crise única, que vai orquestrar um conflito global diferente de todos os que já se viram na CNN. Dustin Hoffman foi nomeado na categoria de melhor actor principal para o Óscar de 1998. David Mamet e Hilary Henkin foram nomeados para o Óscar de melhor argumento adaptado. Barry Levinson ganhou o Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim 1998. Uma divertida comédia com muito de real.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;(&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cinecartaz.publico.pt/filme.asp?id=18099"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;http://cinecartaz.publico.pt/filme.asp?id=18099&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;“Manobras na Casa Branca” é uma sátira política que foca, sobretudo, as relações entre os media e a política (relações essas baseadas na manipulação que a política exerce sobre a comunicação social, a fim de moldar a opinião pública).&lt;br /&gt;Neste caso trata-se de ficção, ainda que com sugestão à realidade, uma vez que, poucas semanas depois do filme estrear, deu-se o escândalo de Clinton e Lewinski. Mas a probabilidade de acontecer algo semelhante ao desenrolar do filme é verdadeiramente viável.&lt;br /&gt;A manipulação parece não ter limites e isso, por vezes, pode ser assustador e perigoso. Desde as imagens de um noticiário gravadas como se fossem um spot publicitário, à invenção de uma guerra para cobrir um escândalo, tudo pode acontecer às mãos de um spin doctor. E quem nos garante a nós que o que vemos todos os dias na televisão é real? E quem nos garante que outras guerras não são também provocadas por um interesse maior? A televisão não é mais a janela para a realidade. A televisão não é mais a “caixinha” que nos abre os olhos. A televisão é o primeiro alvo de ataque por parte dos “cérebros dos grandes” para, dessa forma, nos cegar com histórias “bem contadas”.&lt;br /&gt;É incrível ver como, num país tão complexo como os EUA, a única decisão que o Presidente toma é escolher a cor de um gato. É irónico que no país do cinema comercial, um produtor cinematográfico seja contratado para fazer o filme da actualidade do seu país. É evidente que, cada vez menos, são importantes os meios para se alcançar os fins. “Ver para crer”? Já nem isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/hoff%26niro.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;strong&gt;Depois de “Manobras na Casa Branca”, um caso de “Manobras em S. Bento”, por Áurea Sampaio e Sónia Sapage, Visão, 14 de Outubro de 2004:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A receita é clássica e até foi mote de um conhecido filme de Hollywood: quando as coisas estão a correr mal para o poder, este arranja forma de desviar as atenções, criando novos factos. Em Manobras na Casa Branca, um produtor de cinema ( DustinHoffman ) e um consultor de comunicação ( Robert De Niro ) inventam uma guerra contra a Albânia para evitar que um escândalo sexual derrube o Presidente dos EUA.”&lt;/em&gt; – &lt;/span&gt;&lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=35915"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Texto na íntegra&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-115004503345757486?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/115004503345757486/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=115004503345757486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/115004503345757486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/115004503345757486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-19-manobras-na-casa-branca.html' title='Aula nº 19 - &quot;Manobras na Casa Branca&quot;'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-115004007714443394</id><published>2006-06-11T16:24:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T23:33:49.116+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 18 - Spin Doctors</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Um &lt;em&gt;spin doctor&lt;/em&gt; não é o assessor de imprensa, pois este, cada vez mais, se limita apenas a mandar as notas para a imprensa, mas sim aquele que influencia. &lt;em&gt;Spin doctor&lt;/em&gt; é um consultor político contratado com objectivos específicos para uma campanha. O seu trabalho é garantir a melhor publicidade possível para o candidato que vai apoiar. Uma das suas características essenciais é a descrição natural de alguém que vive na sombra do seu cliente.&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;spin doctor&lt;/em&gt; procura os jornalistas para lhes mostrar os pontos fortes do seu candidato, tentando, desta forma, convencer a imprensa e, por conseguinte, o público, de que o seu candidato “venceu”, por exemplo, um debate. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Toda a comunicação é manipulada no sentido em que deve servir determinado interesse. A manipulação é a criação de factos (inventados), consiste em escolher uma parte da realidade para servir determinado interesse. Esta questão da manipulação adequa-se a situações de maior gravidade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Spinning&lt;/em&gt; (como &lt;em&gt;“Spinning Boris”&lt;/em&gt;), é o termo usado para a acção exercida pelos &lt;em&gt;spin doctors&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Esta expressão tem origem em &lt;em&gt;to spin&lt;/em&gt; (fazer girar, alterar, desviar a trajectória). São mestres da manipulação que podem ser ex-jornalistas, ex-políticos, ou ex-publicitários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Os dez mandamentos do “spin doctor”:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Haver um só maestro (centralizar a informação)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Jogar bem (não tolerar fífias)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- A mensagem, nada mais que a mensagem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Alimentar os meios de comunicação a tempo e horas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Guardar os bons pedaços (cachas, fugas) para os amigos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Martelar a informação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Tomar constantemente o pulso à opinião pública&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Testar e medir cada decisão (grupos de controlo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Roubar ao adversário os melhores argumentos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Enfeitar, ameaçar, por vezes bater&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;(in Visão de 13 de Novembro de 2003)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Citação:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;em&gt;“Uma das dificuldades que os políticos actuais têm de resolver é a que resulta do contraste cada vez mais acentuado entre a complexidade dos problemas que defrontam e a hiper-simplificação que é necessário imprimir às ideias para que os media as divulguem e as opiniões públicas lhes concedam um mínimo de atenção. É esse hiato que os “spin doctors” procuram preencher, embora a infelicidade do método tenha ficado para já demonstrada com o episódio das armas de destruição maciça no Iraque.”&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;(Teodora Cardoso, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; Jornal de Negócios) – &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Opiniao&amp;CpContentId=233549"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Texto na íntegra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Citação:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;“O novo papa da informação é José Sócrates, português, primeiro-ministro, líder do Partido Socialista, senhor de grande obstinação e determinação, e o mais completo spin doctor nacional, homem de efeitos mediáticos e dominador de todas as técnicas de comunicação.No princípio alguns não perceberam. Quando usou o teleponto num comício pela primeira vez em Portugal, as opiniões não foram no sentido da inovação, mas da crítica por usar um sistema de apoio que já se utiliza há décadas em dezenas de países.” &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;(João Delgado, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; DN, 3 de Abril de 2006) – &lt;/span&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/04/03/opiniao/o_papa_informacao.html"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Texto na íntegra &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Citação:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327877"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;“Nos Estados Unidos e no Brasil, ninguém se mexe sem chamar um técnico, mas, em Portugal, apesar da profissionalização, ainda não há um historial de marketing político (o regime em que os candidatos são preparados, com tempo, para os momentos críticos da governação, desde a conferência de imprensa à avaliação nas urnas). O chamado spin doctor ainda é uma espécie de avis rara, geralmente chamado à laia de bombeiro, para apagar fogos, na comunicação com o eleitorado. Isto já é marketing eleitoral. Mas, mesmo aqui, dizem os profissionais, são o amadorismo e o amiguismo, que reinam no País.”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;(Cesaltina Pinto, Francisco Galope e Inês Rapazote, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; VISÃO, 15 de Setembro de 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Citação:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.luispaixaomartins.net/apontamentos03spiningles.htm"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;em&gt;“Segundo o sistema anteriormente vigente, quem conduzia os briefings aos jornalistas acreditados era Alastair Campbell, o mais eminente “spin doctor” do Reino Unido, que deixou essas funções aquando da reeleição dos trabalhistas, em 2001. Campbell é agora o director de Comunicação e Estratégia do Governo britânico, um cargo que o expõe menos mas que o mantém detentor de um imenso poder. Poucos dias depois de ter acabado com os lobby briefings, Alastair Campbell admitiu que, nos últimos anos, os esforços da sua equipa para controlar os media levaram a que a opinião pública criasse antipatia em relação à política.”&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;(Luís Paixão Martins)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/alastair.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-115004007714443394?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/115004007714443394/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=115004007714443394' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/115004007714443394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/115004007714443394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-18-spin-doctors.html' title='Aula nº 18 - Spin Doctors'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-114998891000221449</id><published>2006-06-11T02:21:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T02:28:31.896+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 17 - "Spinning Boris"</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Ficha técnica:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;“Boris” (Spinning Boris)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Realizador:&lt;/strong&gt; Roger Spottiswoode.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interpretado por:&lt;/strong&gt; Jeff Goldblum, Anthony LaPaglia, Liev Schreiber&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 98 minutos&lt;br /&gt;EUA, 2003&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/boris.0.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 242px; CURSOR: hand; HEIGHT: 291px" height="277" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/boris.0.jpg" width="216" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/36968_vh_projekt_jelcin.0.png"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/36968_vh_projekt_jelcin.0.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Sinopse:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Três assessores políticos americanos de grande sucesso são contratados pela elite da Rússia para convencer o povo a reeleger Boris Yeltsin de forma a acabar com o comunismo no país. Contudo, os três assessores apercebem-se que, fora do seu país, as coisas funcionam de forma diferente, ou seja, não podem manipular da forma que querem (nem sequer mencionar nomes ou tentar usar a comunicação social). Além disso são constantemente postos à prova, pois um pequeno erro da sua parte pode por em risco as suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Boris” é um filme baseado em factos reais que se tornaram públicos numa história publicada pela revista Time.&lt;br /&gt;No filme está presente a importância do marketing nas eleições em todo o mundo. O filme de Roger Spottiswoode, mostra como três americanos americanos conseguiram o improvável num país completamente oposto ao seu, conseguindo a reeleição de Boris Yeltsin.George Gorton, Dick Dresner e Joe Shumate encontram, na Rússia, o presidente com apenas 6% nas sondagens, contra os 31% do comunista Gennady Zyuganov. Tendo em conta o ponto da situação eles iniciam sondagens, “focus group” e, depois de várias medidas tomadas, entre as quais muita manipulação (que nem sempre agradou aos russos), os americanos conseguiram uma vitória em que nem eles acreditavam: Yeltsin vence Zyuganov por 3%. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/spinning4.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-114998891000221449?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/114998891000221449/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=114998891000221449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114998891000221449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114998891000221449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-17-spinning-boris_11.html' title='Aula nº 17 - &quot;Spinning Boris&quot;'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-114998652671177265</id><published>2006-06-11T01:40:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T01:42:06.713+01:00</updated><title type='text'>Campanha negativa (um anexo)</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/Mafalda1.1.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/Mafalda1.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-114998652671177265?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/114998652671177265/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=114998652671177265' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114998652671177265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114998652671177265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/campanha-negativa-um-anexo.html' title='Campanha negativa (um anexo)'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-114998607950996339</id><published>2006-06-11T01:27:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T23:33:16.210+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 16 - Luís Paixão Martins no ISLA Gaia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;No dia 6 de Março esteve, no ISLA/Gaia, Luís Paixão Martins. Como não estive presente na conferência, o seguinte texto tem base em informações retiradas da Internet.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luís Paixão Martins&lt;/strong&gt; é o director-geral da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lpmcom.pt"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;LPM Comunicação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;. Esta empresa foi fundada pelo mesmo em 1986 como a primeira agência de marketing institucional em Portugal.&lt;br /&gt;Ele e as suas equipas trabalharam em projectos de comunicação e relações públicas de grande projecção, como Lisboa Capital da Cultura, Expo’98, Census 2001, lançamento do Centro Colombo, abertura da Casa da Música, campanha eleitoral de José Sócrates às legislativas de 2005 e campanha eleitoral de Cavaco Silva às presidenciais de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lpmcom.pt/main.php"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;A LPM é uma empresa de Consultores que formata a sua prestação de serviços em função do interesse global de cada Cliente. Não é uma mera prestadora de serviços avulsos; é uma empresa de projectos e programas desenvolvidos para os seus Clientes. Os nossos Clientes não ficam sem resposta para os desafios que nos colocam. Não perguntamos: Que serviços nos querem contratar? Respondemos: Para esse problema temos esta capacidade. Abordamos as várias disciplinas do Marketing e das Relações Públicas como instrumentos adequados aos projectos a que somos chamados.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;(in &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.lpmcom.pt"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;http://www.lpmcom.pt&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://urbi.ubi.pt/050607/edicao/279ubi_conferencia_marketing.htm"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;“A empresa LPM Comunicação dá o nome de “Comunicação Sensível” ao sistema de trabalho que é utilizado em situações de crise. “O objectivo deste tipo de comunicação é fidelizar a imagem, tentando circunscrever os riscos e limitar os efeitos que a empresa enfrenta em casos de crise”, refere Luís Paixão Martins. Para desvalorizar a crise, as empresas devem ter uma equipa de Relações Públicas que mantenha um trabalho “permanente” de interacção com os meios de comunicação social. As Relações Públicas têm de ser encaradas como uma “actividade que dá resultados e não apenas serem vistas como um serviço público”. Luís Paixão Martins defende que as empresas devem, através de profissionais de Relações Públicas, saber relacionar-se com os media, cooperar e dar a informação que a imprensa quer, para que esta não procure informação no adversário. “Ao contrário do que se pensa, não são as empresas a comprar os jornalistas. Eles é que nos compram a nós”.O primado das imagens na televisão e os textos mais simples, mas também menos explicativos são alguns dos aspectos que tornam a “nossa vida, em termos mediáticos, em forma de tablóide de jornal”, ou seja, comprimida e simplista. Luís P. Martins afirma que “vivemos por impulso; emoção. A racionalidade já não está tão presente” na informação veiculada pelos media.”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;(in &lt;/span&gt;&lt;a href="http://urbi.ubi.pt"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;http://urbi.ubi.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;Antes de ser consultor de comunicação e relações públicas, Luís Paixão Martins, fez carreira na comunicação social como animador de rádio, jornalista e editor, tendo trabalhado nas rádios &lt;em&gt;Renascença&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Comercial&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Jornal Novo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Jornal&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sete&lt;/em&gt; e agências noticiosas &lt;em&gt;ANOP&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;NP&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;No seu currículo constam ainda dois livros sobre assessoria mediática ( &lt;em&gt;“As Armas dos Jornalistas”&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;“Shiu…Está aqui um jornalista”&lt;/em&gt;), assim como o prefácio e a tradução de &lt;em&gt;“A Queda da Publicidade e a Ascensão das Relações Públicas”&lt;/em&gt;, de Al e Laura Ries.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-114998607950996339?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/114998607950996339/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=114998607950996339' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114998607950996339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114998607950996339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-16-lus-paixo-martins-no-isla.html' title='Aula nº 16 - Luís Paixão Martins no ISLA Gaia'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-114998093448326835</id><published>2006-06-10T23:32:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T23:32:33.216+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 15 - Manipulação II (As campanhas negativas)</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/ps.2.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/ps.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/negativa.2.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/negativa.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Campanhas negativas são campanhas negras, uma das técnicas do marketing político.&lt;br /&gt;Estas campanhas consistem não em valorizar o candidato, mas sim em “arrasar” com a imagem do adversário.&lt;br /&gt;Até aqui, as campanhas em Portugal eram positivas: cada candidato valorizava as suas qualidades. Já nas últimas eleições legislativas assistiu-se, pela primeira vez no país, a uma campanha negativa levada a cabo pelo PSD.&lt;br /&gt;Esta campanha usou um rumor sobre a vida pessoal do candidato pelo PS e fez desse rumor um espectáculo de que se falou durante algum tempo. Foram feitas várias insinuações e um desmentido.&lt;br /&gt;Responder aos rumores é, segundo Marcelo Rebelo de Sousa, uma boa solução. O O ex-líder do PSD referiu que, para evitar a “campanha negativa” que se viveu no país, o político &lt;/span&gt;&lt;a href="http://jpn.icicom.up.pt/2005/03/02/marcelo_rebelo_de_sousa_o_novo_tempo_da_democracia_mediatica.html"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;“ganha em esclarecer certos aspectos da vida pessoal”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Características de uma campanha negativa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;acusações (implicitas ou explícitas), insinuações, comparações, criação ou aproveitamento de rumores&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;cartazes e publicidade dirigida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;insultos e dialéctica violenta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/socrates.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/socrates.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/santana.0.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/contabloco.0.gif"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/contabloco.0.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/psd.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/psd.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/santana.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/contabloco.gif"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/psd.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/santana.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;“Nestas legislativas há que entender os 2 principais candidatos. Uma das melhores formas é olhando para os outdoors para saber o que pretendem comunicar com o país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Nesse campo não há dúvidas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;PSD:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Campanha negra: 3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Frases bonitas (soundbites): 4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Criticas avulsas: 1 (o contra o BE)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Ideias, propostas, objectivos, metas: 0&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;PS:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Campanha negra: 0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Frases bonitas (soundbites): 4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Criticas avulsas: 0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Ideias, propostas, objectivos, metas: 5”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;(in &lt;/span&gt;&lt;a href="http://outdoors.weblog.com.pt"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;http://outdoors.weblog.com.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-114998093448326835?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/114998093448326835/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=114998093448326835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114998093448326835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114998093448326835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-15-manipulao-ii-as-campanhas.html' title='Aula nº 15 - Manipulação II (As campanhas negativas)'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-114997110863244600</id><published>2006-06-10T21:15:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T23:37:50.046+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 14 - Manipulação II (Marketing político; soundbite)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;A política é a área onde a manipulação está mais presente. É aqui que “vale tudo” A política é temporária e precária, uma vez que as eleições acontecem regularmente e os cargos não são vitalícios. Depende dos políticos, e daquilo que eles fazem, manter os seus lugares ou serem postos de parte pelo povo.&lt;br /&gt;A luta pelo poder tem a sua base na opinião pública, por isso há sempre uma grande necessidade em agradar os eleitores. Isto faz-se através da comunicação social, uma vez que é a esta que o público vai prestar atenção. Há, portanto, uma forte tendência de chegar (positivamente) aos jornalistas através da manipulação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Além da comunicação há outra vertente que pode decidir o sucesso ou insucesso de uma campanha eleitoral: o &lt;strong&gt;marketing político&lt;/strong&gt;. São as técnicas usadas na campanha que vão tornar o candidato mais ou menos mediático perante o público.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.centroatl.pt/titulos/si/marketing_politico_na_internet.html"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;“Permanece, na classe política, um tabu em torno da associação das palavras "marketing" e "política". Tabu esse que gera alguns preconceitos, confusões e que propaga e enraíza, cada vez mais, a ideia de que o marketing político é a deturpação e corrupção da política, posto que nada mais é do que a venda do político em troca do voto, onde, via de regra, o eleitor sai burlado. A embalagem, trabalhada pelo marketing, não reflecte o conteúdo. É a vitória da imagem sobre o discurso político.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Segundo Ana João Sepúlveda, no livro &lt;em&gt;Marketing Político na Internet&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;"Marketing político é: saber informar e comunicar com o eleitor, é saber orientar e direccionar as ideias do partido/candidato/governo em função das necessidades que se detectam, é definir claramente quem é o público a que se está a servir (o segmento de mercado) e potenciar relações duradouras com esse público alvo. E tem no marketing eleitoral a sua faceta mais popularmente conhecida, o que muitas vezes leva a que sejam tidos como iguais.Em termos governamentais, o marketing político é o ajustar as medidas às necessidades da Nação, aos anseios dos cidadãos, no sentido de os servir sempre melhor. É aproximar o governo dos governados. Afinal o governo tem como patrão o povo."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;As quatro áreas mais usadas no marketing político são:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Estudos de opinião&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (sondagens, focus group), para preparar as mensagens e testá-las antes e durante a campanha;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Publicidade/propaganda/merchandising&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (publicidade, cartazes, isqueiros, paginas na internet);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marketing directo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (o porta a porta do proprio candidato, arruadas, os comícios – tudo o que envolva contacto directo);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;E &lt;strong&gt;&lt;em&gt;relações públicas/assessoria de imprensa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (entrevistas, declarações programadas, reacções, “fugas” de informação, exclusivos; o soundbite - como desenvolvimento dos pseudo-eventos). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Mas há também outros factores a ter em conta no planeamento de uma campanha de marketing político: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;1. o meio ambiente em que se realiza a campanha eleitoral e que vai proporcionar oportunidades e ameaças ao sucesso de um candidato;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;2. a administração da campanha eleitoral, que é a sua principal força de vendas, formada pelo próprio candidato, o seu partido político e os grupos de interesse alinhados com a sua candidatura;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;3. o conceito de produto, que é a filosofia política do candidato, a escolha de temas específicos a serem tratados e a definição de suas posições a propósito dos temas. Além da formulação e da adoçäo de um estilo pessoal que conserve e amplie suas qualidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;4. canais de comunicação e distribuição, que envolvem decisões e ações a respeito da utilização de mídia de massa e seletiva, aparições voluntárias, auxílio voluntário e partidário;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;5. segmentos de eleitores diferenciados;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;6. acompanhamento e revisão contínua e sistemática de resultados que impliquem em reorientação da campanha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;( in &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/mktpol.htm"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/mktpol.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Citação:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Marketing%20politico.htm"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;Em marketing político, a comunicação é como uma droga. Em doses adequadas é medicamento, em doses elevadas é veneno fatal. É necessário comunicar, mas pior do que não fazer publicidade é fazê-la em demasia. Tomar a palavra a todo momento banaliza a imagem do político. É preciso saber o momento certo e falar com muita moderação. O segredo da boa comunicação está nos detalhes que empregamos a ela e na moderação que aplicamos em nós mesmos.&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;O&lt;strong&gt; soundbite&lt;/strong&gt; consiste numa palavra-chave ou ideia-chave que, facilmente, é memorizada e que leva o público a fixá-la e a fazer uma associação (quase inconsciente) com a pessoa que a proferiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A cada reviravolta histórica, aderindo à moda do momento, os políticos foram sendo distinguidos ou denegridos pela sua capacidade de usar a palavra. Mesmo o sound bite, essa concentração de uma ideia numa frase-chave para caber numa notícia de televisão, a que certos homens públicos, mais dados ao raciocínio, parecem não se adaptar, é uma tradição antiga. Afinal, o século XX pode descrever-se com expressões-síntese "sangue, suor e lágrimas" (Churchill); "somos todos berlinenses" (Kennedy); "o imperialismo é um tigre de papel" (Mao); "a imaginação ao poder" (grafitti do Maio 68); "nuclear? não, obrigado!" (crachás da década de 70). Mesmo entre nós, do "obviamente, demito-o" (Delgado) ao "para Angola, rapidamente e em força" (Salazar).Na sequência da revolução dos cravos, em que as palavras libertadas da censura saturaram discursos e discussões, surgiriam slogans ou frases que, por si só, eram projectos "Nem mais um soldado para as colónias" (MRPP), "A URSS está para o mundo como o sol está para a terra" (Cunhal), "Uma maioria, um governo, um presidente" (Sá Carneiro), "Socialista, republicano e laico" (Soares).”&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;(in DN, 11 de Julho de 2005)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"To be or not to be?". &lt;/em&gt;Não poderá esta frase, quase épica, ser vista como um soundbite? Shakespeare influenciou e influencia gerações. Por muitos anos que passem esta frase será conhecida… e nem é preciso ler o &lt;em&gt;Hamlet&lt;/em&gt; para saber quem a proferiu. Quer em paródias, quer em dramas, em conversa ou em leitura, o &lt;em&gt;“Ser ou não ser”&lt;/em&gt; do dramaturgo inglês será sempre repetido, assim como o famoso &lt;em&gt;“I have a dream” &lt;/em&gt;de Martin Luther King, já usado em recitais, discursos e músicas… &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/william-shakespeare.gif"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/william-shakespeare.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/ml_king.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" height="183" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/ml_king.jpg" width="243" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-114997110863244600?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/114997110863244600/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=114997110863244600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114997110863244600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114997110863244600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-14-manipulao-ii-marketing.html' title='Aula nº 14 - Manipulação II (Marketing político; soundbite)'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-114995823257172765</id><published>2006-06-10T17:45:00.000+01:00</published><updated>2006-06-11T23:36:51.483+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 13 - Manipulação I (pseudo-acontecimentos e manobras de diversão)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Manipular nem sempre é o mesmo que enganar, pois manipular pode consistir apenas em mudar a realidade a fim de convencer o jornalista. Na verdade, apenas 10% da informação que chega ao jornalista é real, sendo a restante fabricada.&lt;br /&gt;São necessárias estratégias de comunicação para se conseguir afirmação na comunicação social. Mas é também preciso ter em conta a necessidade de ocupar um espaço mediático disputado por muitos. Para ocupar esse espaço é preciso conquistar a atenção dos jornalistas, não basta dar valor mediático às iniciativas.&lt;br /&gt;Se, por vezes, a atenção dos jornalistas deve ser conquistada, por outras deve ser desviada de forma a evitar que notícias negativas sejam publicadas. Aqui entram as manobras de diversão. &lt;em&gt;“A estratégia da diversão consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mutações decididas pelas elites políticas e económicas, graças a um dilúvio contínuo de distracções e informações insignificantes.”&lt;/em&gt; (extraído de&lt;strong&gt; "Armas silenciosas para guerras tranquilas"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Exemplo:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A recente medida tomada pela Ministra da Educação, que consiste na avaliação aos professores, é encarada por estes como uma &lt;strong&gt;manobra da diversão&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;“Embora tenha surgido como o maior engodo - o de chamar os pais à escola - da história da Educação deste país, na verdade, a avaliação dos Docentes pelos Pais e Encarregados de Educação, representa apenas uma ponta da ponta de um iceberg, uma linha de texto num documento de 54 páginas. Interessa apenas a quem se limita a promover manobras de diversão facilmente identificáveis, parecendo ignorar que nenhum professor sério irá temer se for avaliado de forma séria. É vergonhoso, até para nós que somos portugueses, verificar o calculismo e a facilidade com que a Sr.ª Ministra aborda a questão complexa, como é a de avaliar os desempenhos dos professores, sem o mínimo de profundidade, preferindo, sem olhar a meios, o populismo fácil e barroco.”&lt;/em&gt; (texto retirado de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.apagina.msnet.com.pt"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;www.apagina.msnet.com.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pseudo-acontecimentos&lt;/strong&gt; é um conceito inventado por &lt;em&gt;Daniel Boorstin&lt;/em&gt; que consiste na criação de uma realidade falsa com o objectivo de causar tal impacto que abafe notícias negativas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Boorstin define, também, as seguintes características nos pseudo-acontecimentos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Não são espontâneos;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Surgem porque foram planeados;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;São criados para serem cobertos pelos media;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;O seu sucesso mede-se pela amplitude da sua cobertura;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;A sua relação com a realidade subjacente à situação é ambígua;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Funcionam como uma auto-promoção.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;Aqui fica um pseudo-acontecimento ligado à campanha eleitoral retirado do blogue &lt;/span&gt;&lt;a href="http://o-impertinente.blogspot.com"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;O Impertinente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;“Daniel Boorstin, em 1961, introduziu o conceito de pseudo-acontecimento para definir várias situações desenvolvidas por jornalistas, políticos e relações públicas para criar um evento que, em condições normais, não se produziria. Trata-se de um acontecimento que não é espontâneo, mas que surge por que alguém o planejou ou o encorajou para que fosse noticiado. A sua relação com a realidade é ambígua, em muitos casos serve para dar estatuto de real ao que é fictício.Gostaria aqui de lançar a reflexão sobre um incidente recente numa das campanhas às Eleições Presidenciais à luz deste conceito de Boorstin.Segundo o site oficial da sua candidatura à presidência da república, Cavaco Silva foi no passado dia 9 de Janeiro a Leiria, almoçar com "os jovens que têm 'colorido' a campanha com uma onda de entusiasmo".A Antena 1 esteve lá e nos habituais "Diários de Campanha", da responsabilidade da jornalista Maria Flor Pedroso, relatou que neste encontro actuou uma tuna – a Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Leiria - e que Cavaco Silva posou sorridente para as fotos, o que se pode comprovar facilmente em vários jornais e revistas.De acordo com a informação avançada pela Antena 1, a tuna foi paga pela campanha.Compare-se as palavras do candidato, reproduzidas na notícia em destaque no site (1) e as palavras do magister da tuna (2), aos microfones da Antena 1:(1) " 'São vocês que vão credibilizar a vida política. Acredito na vossa capacidade para dar mais prestígio à vida política portuguesa', disse [Cavaco Silva] agradecendo a animação, a energia e o entusiasmo que os jovens trouxeram para as suas iniciativas de campanha."(2) "Não estamos aqui a apoiar politicamente ninguém. Pagaram-nos para animar o encontro e é isso que estamos a fazer."Este tipo de incidentes não é exclusivo da campanha de Cavaco Silva. Pelo contrário, alerta para a necessidade de reflexão sobre os apoios divulgados pelas campanhas de todas as candidaturas e noticiados pela comunicação social. As manifestações de apoio são genuínas e espontâneas ou encenadas e fabricadas? Estamos perante factos ou perante pseudo-acontecimentos? A questão impõe-se. A reflexão também.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Para concluir, a grande diferença entre pseudo-acontecimentos e manobras de diversão é que os pseudo-acontecimentos são notícias positivas, enquanto que as manobras de diversão são notícias negativas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=17948857#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-114995823257172765?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/114995823257172765/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=114995823257172765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114995823257172765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114995823257172765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-13-manipulao-i-pseudo.html' title='Aula nº 13 - Manipulação I (pseudo-acontecimentos e manobras de diversão)'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-114995331812744996</id><published>2006-06-10T16:17:00.005+01:00</published><updated>2006-06-11T23:35:56.843+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 11 - A inevitabilidade da mentira e a ética na assessoria de imprensa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Um dos grandes problemas que um jornalista pode enfrentar é a manipulação exercida pelos assessores de imprensa. A questão principal que se põe é saber se o jornalista se apercebe que está a ser usado num processo que fisa unicamente a facturação. As questões passam, portanto, a ter uma dualidade: por um lado são agressivas e ambiciosas visando persuadir. Por outro lado, são subtis para que o jornalista não desconfie que está a ser usado e, por conseguinte, para que não aumente as suas defesas relativamente aos “ataques” do assessor.&lt;br /&gt;A mentira é um dos graves problemas na relação dos assessores e dos jornalistas. Esta relação deveria estar assente nos princípios de honestidade e credibilidade. No entanto, a mentira acontece baseada nas relações contratuais precárias (recibos verdes) e nas relações de confiança pessoal, principalmente na área política (é uma forte condição para a contratação do assessor de imprensa). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Desta forma, há três razões fundamentais para um assessor de imprensa mentir:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Se ele mentir não acontece nada;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Se ele não mentir é despedido;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Quando é contratado já é para mentir, para alinhar em tudo o que lhe peçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Há, ainda, três formas de mentira que podem consistir nas seguintes respostas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;“Não estou.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;“Amanhã ligo.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;“Isso é mentira.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;É fundamental que os jornalistas não percebam que estão a ser usados em campanhas, por isso muitas delas são mais agressivas. No entanto, tem que existir, aqui, uma dualidade, pois estas campanhas deverão também ser suaves e ponderadas para com os jornalistas.&lt;br /&gt;Segundo o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.igutenberg.org/codport.html"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Código Deontológico dos Jornalistas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;, &lt;em&gt;“O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público."&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Logo, o jornalista não pode simplesmente ignorar o que o assessor lhe diz. O assessor é representante de uma das partes e o jornalista, quer queira ou não, terá que o ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No relatório final do 3º Congresso dos Jornalistas Portugueses, publicado no site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jornalistas.online.pt"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;http://www.jornalistas.online.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;, vigora um painel sobre ÉTICA E DEONTOLOGIA:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;1. AGÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO E ASSESSORIAS/INCOMPATIBILIDADES &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- As relações entre os jornalistas, os assessores e empresas de comunicação e imagem foram abordadas no discurso do presidente da Comissão Organizadora na sessão de abertura, que o apresentou como tema que tem vindo a ser adiado desde o primeiro Congresso. Afirmou esperar que este 3.º Congresso «encontre um conjunto de regras clarificadoras das relações entre jornalistas e assessores. E normas que regulem a questão tão delicada do regresso do assessor à actividade jornalística.» &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Um consenso atravessou todas as intervenções: o da incompatibilidade da assessoria e da actividade jornalística em simultâneo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Tal incompatibilidade também fazia parte de uma proposta que previa a integração do assessor na carreira jornalística como «jornalista assessor» e dos que se dedicam à redacção de jornais institucionais como «jornalista-divulgador». &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Pelo menos duas intervenções se opuseram àquela proposta, considerando que assessor e jornalista devem manter-se como profissões distintas e defendendo que seja debatida concomitantemente com aquela proposta a atribuição, ou não, de carteira a profissionais que exercem a actividade em jornais partidários e a militantes políticos ou outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Assessores convidados esclareceram que existe um código de ética para as empresas de comunicação e acentuaram que as informações que divulgam devem ser olhadas como fontes e tratadas com o carinho e/ou a desconfiança que todas as outras merecem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Diferentes congressistas defenderam propostas várias no sentido de definir um novo regulamento de atribuição da carteira profissional; uma regulamentação mais exacta para as assessorias; e a criação de coimas para quem viole normas sobre incompatibilidades. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Foi igualmente proposto que o período mínimo de suspensão do título profissional seja de seis meses e que seja respeitado um «período de nojo» por parte daqueles que depois de terem passado pelas assessorias regressam às redacções. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Foi recomendado que num fórum a organizar pelo Sindicato esta e outras questões relacionadas com a atribuição da carteira profissional sejam debatidas e aprofundadas. Propostas e reservas ao jornalismo económico: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;- Foi sugerida a criação de um Observatório Sistemático, capaz de detectar falsas notícias, com o envolvimento das Universidades, Fundações ou mesmo da própria CMVM. - Foi defendido que aos profissionais que lidam com o sector bolsista deve estar interdita a gestão de carteiras de títulos, próprias ou alheias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Algumas citações:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“São relações conflituantes, no dia-a-dia, mas também são tarefas complementares”,&lt;/em&gt; João Marcelino, director do Correio da Manhã, sobre a relação entre jornalistas e assessores de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Mais jornalista junto dos políticos do que político junto dos jornalistas”&lt;/em&gt;, Miguel Laranjeiro, ex-assessor de António Guterres desde 1992, sobre como se sentia como assessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(citações recolhidas e &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://comunicaradireito.esta.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/jornalistas_e_a.html"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;http://comunicaradireito.esta.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/jornalistas_e_a.html&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;em&gt; )&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Deve-se desconfiar SEMPRE!"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-114995331812744996?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/114995331812744996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=114995331812744996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114995331812744996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/114995331812744996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/06/aula-n-11-inevitabilidade-da-mentira-e.html' title='Aula nº 11 - A inevitabilidade da mentira e a ética na assessoria de imprensa'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-113752477404723431</id><published>2006-01-17T18:31:00.000Z</published><updated>2006-01-17T19:06:14.100Z</updated><title type='text'>Aula nº 10 - Conferência com o assessor da ANJE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; Na aula 10 de Estratégias da Comunicação estivemos à conversa com Rafael Alves Rocha, assessor da Associação Nacional de Jovens Empresários (&lt;a href="http://www.anje.pt/2005/default.asp"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;ANJE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/logo.gif" border="0" /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto a Assessoria de Imprensa ser um dos temas que temos abordado nestas aulas, foi bastante positivo estarmos frente-a-frente com um exemplar deste meio.&lt;br /&gt;Como já se esperava, Rafael Rocha defendeu a sua profissão, ainda que não tenha mudado a opinião geral dos presentes. Disse ele que &lt;em&gt;"hoje, relações públicas e assessoria de imprensa são coisas distintas enquanto que, anteriormente, se confundiam"&lt;/em&gt;, ao contrário do que tem vindo a ser dito nas aulas: a assessoria de imprensa é uma disciplina das relações públicas. E, disse ainda, talvez numa tentativa de incentivar os presentes para o futuro, que &lt;em&gt;"no mundo global e competitivo, há uma grande procura de assessores de imprensa. Há uma necessidade de comunicar melhor e de dar a conhecer melhor."&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Num clima já de conversa, e perante a dúvida de alguns, esclareceu que &lt;em&gt;"a assessoria de imprensa não é publicidade. Publicidade é trabalho pago nos órgãos de Comunicação Social. Os assessores de imprensa são apenas gestores de informação"&lt;/em&gt; e que &lt;em&gt;"o estudo de mercado é do domínio do marketing e não da assessoria de imprensa".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Rafael Alves Rocha traçou ainda um esboço de um plano de comunicação (segundo ele a primeira tarefa da assessoria de imprensa) onde destacou :&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;quem convidar&lt;/li&gt;&lt;li&gt;como sentar os convidados e os jornalistas&lt;/li&gt;&lt;li&gt;a criação de um cenário&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;a pesquisa de edições anteriores (procurar o que correu mal para aperfeiçoar)&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;relativamente aos comunicados de imprensa devem ser escritos de forma diferente consoante o meio para que se escreve (por exemplo: para o Diário Económico foca-se o valor que se vai gastar no evento; para as revistas cor-de-rosa foca-se os convidados que irão estar presentes no evento)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Pareceu-me manipulação, mas quando conftontado com isso o assessor negou: &lt;em&gt;"Mas quem é que vos anda a dizer essas coisas?"&lt;/em&gt; - foi o momento alto da conferência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não vou questionar porque é que o único exemplo dado foi o Portugal Fashion, mas questiono porque é que em Portugal não se fala português (&lt;em&gt;Sitting&lt;/em&gt;? &lt;em&gt;Press Release&lt;/em&gt;?...) &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-113752477404723431?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/113752477404723431/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=113752477404723431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113752477404723431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113752477404723431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/01/aula-n-10-conferncia-com-o-assessor-da.html' title='Aula nº 10 - Conferência com o assessor da ANJE'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-113665982754615712</id><published>2006-01-07T18:43:00.000Z</published><updated>2006-01-17T18:30:23.720Z</updated><title type='text'>Aula nº 9 - Assessoria de Imprensa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É nas relações públicas que a assessoria de imprensa se enquadra. A assessoria de imprensa estabelece relações com os jornalistas, ou seja, coloca-se entre os jornalistas e os protagonistas a fim de que os primeiros emitam mensagens positivas sobre os segundos. O objectivo é convence-los a publicar as mensagens.&lt;br /&gt;Desta forma, &lt;em&gt;“o jornalismo torna-se o campo de recrutamento ideal para a assessoria de imprensa”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;No livro &lt;a href="http://www.browser.pt/Estampa/product.asp?sku=484040"&gt;“As Relações Públicas”&lt;/a&gt; de Manuel M. Garcia (Editorial Estampa) há um capítulo que fala dos efeitos das mensagens: &lt;em&gt;“É claro que as mensagens que são difundidas através dos meios de comunicação influenciam as massas. E também é claro que, frequentemente, o fazem de maneira extraordinária. Desde há já várias décadas, numerosos peritos analisam esses processos e dedicam grandes esforços a averiguar como podem ser controlados esses efeitos, que mensagens colhem mais, quando é mais propícia a sua difusão, etc. A Fundação Rockfeller entendeu, muito rapidamente, a transcendência desse fenómeno – e dos efeitos – e criou prontamente o Princeton Office of Research, uma entidade cujo objectivo consistia, precisamente, em medir a influência que as mensagens difundidas através dos órgão de comunicação exerciam sobre as audiências. José Luís Dader, professor de Opinião Pública da Universidade Complutense de Madrid, tão-pouco tem dúvidas: “O estudo dos efeitos das mensagens transmitidas pelos mass-media constitui o objecto fundamental de toda a communication research do século XX.” (…) as relações públicas empregam, fundamentalmente, determinados meios: os meios de comunicação (de massas). Logo, voltamos ao início, não poderia ser de outra maneira: a ética devia falar. Há demasiados interesses materiais, demasiados interesses espúrios em jogo. Porque, na civilização ocidental, os media e os seus consumidores somam muitos zeros em qualquer balanço (economia), e porque todo o processo comunicativo implica transmissão de…ideologia. De relações públicas e de “milhões de indivíduos” (a opinião pública), de “poder” e de ética, de “técnicas” e de meios de comunicação, tratam os códigos de ética dos que se tornaram profissionais de relações públicas, em todo o mundo. (…) As relações públicas servem-se dos meios de comunicação para atingirem a realização dos seus fins. A sua finalidade, por antonomásia, é (informar, formar, controlar, satisfazer) a opinião pública. (…)”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esta ligação entre jornalismo e relações públicas pode não levantar problemas deontológicos se o jornalista entregar a sua carteira na CCPJ quando começa a fazer assessoria de imprensa, mas pode levantar problemas éticos se um anterior assessor de imprensa de um político, agora jornalista, vai entrevistá-lo. A informação privilegiada que possui pode criar dependência. Será, portanto, necessário criar um período de quarentena (de nojo):&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.geocities.com/CollegePark/4230/comu.htm"&gt;&lt;em&gt;Jornalistas saltam para a política. Políticos saltam para as redacções. Assessores regressam ao jornalismo. Políticos fazem entrevistas. Jornalistas candidatam-se a deputados. Interessante, não é?&lt;br /&gt;Para os jornalistas-assessores de Imprensa, o regresso às bases implica uma série de mudanças. Uma delas, e talvez a mais custosa, é o salário. Costuma ser mais magro nas redacções do que nos gabinetes.&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo é uma actividade regulamentada, ao contrário das relações publicas. Isto vai reflectir-se na sucessiva actividade dos mesmos assessores, esquecendo-se o tal período de quarentena.&lt;br /&gt;Actualmente, o assessor é um estratega de comunicação, ao contrário do assessor clássico que se limitava a elaborar “press releases” e a falar com os jornalistas. Este conceito está ultrapassado. Quem contacta o jornalista para publicar as notícias não age propriamente de forma inocente, quanto mais ambiciosa for a entidade representada, menos inocente é o contacto. Nem sempre o jornalista tem consciência da verdadeira intenção de quem o contacta. Logo, são necessários assessores para a campanha parecer subtil.&lt;br /&gt;Algumas entidades preferem, ainda, contratar uma empresa de relações públicas em vez de um único assessor. As entidades costumam ter um assessor que se liga à administração e uma empresa contratada. Isto é Outsourcing.&lt;br /&gt;Um exemplo de uma empresa que resolveu recorrer ao Outsourcing: &lt;a href="http://www.priberam.pt/outsourcing.aspx"&gt;Priberam &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jornalistas podem ser convencidos com boas campanhas de comunicação, bons eventos, boas acções de marketing ou… através da corrupção… &lt;em&gt;(“Para quê comprar um jornal quando se pode comprar um jornalista?”&lt;/em&gt; – Bernard Tapie)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E já agora aqui fica a definição de Assessoria de Imprensa da Wikipédia: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;'Assessoria de Imprensa' é uma das três subdivisões das atividades de &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Assessoria de Comunicação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Assessoria de Comunicação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt; (sendo as outras duas &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Relações Públicas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Relações Públicas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Publicidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Publicidade &amp;amp; Propaganda&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;). Sua principal tarefa é estabelecer ligação direta entre uma entidade e a &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Mídia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;mídia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;. Duarte a define como "a gestão dos fluxos de informação e relacionamento entre fontes e jornalistas".&lt;br /&gt;Os profissionais de Assessoria de Imprensa costumam ter formação em &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Jornalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Jornalismo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;.&lt;br /&gt;Uma Assessoria de Imprensa trabalha para um assessorado, que pode ser um cliente particular (no caso de assessorias contratadas) ou a própria instituição à qual se está subordinado (no caso de assessorias institucionalizadas). Estes clientes ou instituições podem ser empresas privadas, estatais, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Autarquia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;autarquias&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Governo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;governos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Partido político" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;partidos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="Sindicato" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;sindicatos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a class="new" title="Clube" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;clubes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="ONG" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;ONGs&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;, ou indivíduos, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-113665982754615712?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/113665982754615712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=113665982754615712' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113665982754615712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113665982754615712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2006/01/aula-n-9-assessoria-de-imprensa.html' title='Aula nº 9 - Assessoria de Imprensa'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-113572018876267705</id><published>2005-12-27T21:47:00.000Z</published><updated>2006-01-17T18:22:37.170Z</updated><title type='text'>Aula nº 8 - Estratégia de Marketing ou de Comunicação?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com a, cada vez mais, variada oferta de produtos e mensagens na área comercial e política, há uma elevada concorrência e a mensagem começa a precisar de ser sofisticada. Por exemplo, &lt;em&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;“quando a Kellogg’s envia um mailing de All-Bran Plus aos médicos, o seu objectivo não é fazer deles consumidores do produto, mas assegurar que eles aconselhem All-Bran Plus aos seus pacientes com prisão de ventre. Os médicos funcionam, então, como formadores de opinião (…)”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;[&lt;em&gt;A Voz das Empresas&lt;/em&gt;, Ricardo Miranda]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/abp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Quanto mais ambiciosa é a mensagem (o objectivo), mais complexa é a forma como a mensagem vai aparecer. A inovação da mensagem tem a ver com planos de marketing, planos de comunicação, estratégias de comunicação ou de marketing.&lt;br /&gt;Diversas empresas de relações públicas aconselham e apresentam como solução planos estratégicos.&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Manuel M. Garcia, a maioria dos autores assinala três prioridades num programa de relações públicas: a definição dos objectos, a prospecção e a planificação. Os objectos são definidos por quem contrata o relações públicas e a clareza deve estar sempre presente para que o cliente se sinta compreendido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A finalidade de um plano estratégico (tal como pudemos confirmar na conferência com Rafael Alves Rocha – assessor da ANJE) é que a mensagem chegue ao jornalista. Nesse momento o plano terá cumprido o seu objectivo, tornar notícia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O processo pode ser desenvolvido da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; detecção das necessidades/objectivos e definição dos públicos-alvo;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; definição de uma ou mais ideias-chave (quantas mais pior), uma delas será a assinatura/slogan;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; criar suportes para essas mensagens (onde e como é que vão aparecer; uma festa? Uma viagem? Um patrocínio? Uma visita à fábrica? Um exclusivo?)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;d)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; analise dos meios/órgãos a que devemos recorrer para transmitir a mensagem;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;e)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; concretizar o plano de comunicação (pôr em prática essas ideias ao nível da comunicação, elaborar os suportes, organizar o contexto que suportará as mensagens);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;f)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; monitorizar o impacto dessa comunicação&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-113572018876267705?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/113572018876267705/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=113572018876267705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113572018876267705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113572018876267705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2005/12/aula-n-8-estratgia-de-marketing-ou-de.html' title='Aula nº 8 - Estratégia de Marketing ou de Comunicação?'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-113571488091571470</id><published>2005-12-27T20:04:00.000Z</published><updated>2006-01-17T19:22:40.586Z</updated><title type='text'>Aula nº 7 – As empresas de Relações Públicas em Portugal</title><content type='html'>Das cerca de 100 empresas registadas no &lt;a href="http://anpub.workmedia.pt/indice_sectores.php?expande=701"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Anuário de Meios&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, apenas 23 estão registadas na &lt;a href="http://www.apecom.pt/"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;APECOM&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A APECOM - Associação Portuguesa das Empresas de Conselho em Comunicação e Relações Públicas, é uma associação empresarial que reúne as mais relevantes empresas portuguesas de consultoria nas áreas das Relações Públicas, Assessoria de Imprensa, Organização e Eventos e Imagem Empresarial. (…)&lt;br /&gt;À APECOM cabe o papel de promover e desenvolver um sector em forte crescimento, que em Portugal emprega mais de 500 profissionais. É ainda sua responsabilidade dignificar as empresas associadas e a profissão do consultor de comunicação e relações públicas, através da recomendação de adopção do Código Estocolmo, que reúne as melhores práticas internacionais deste sector de actividade.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Porque não se registam todas as empresas? Não seria esse registo uma ajuda para que fossem mais procuradas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui ficam algumas das empresas registadas na APECOM (que não as do blogue &lt;a href="http://estrategias.blogsome.com/2005/11/27/aula-7/"&gt;Estratégias de Comunicação&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.unica.com.pt/"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Única &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.hillandknowlton.com/"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Hill &amp; Knowlton &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.nicklespickles.pt/"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;NICKLES &amp;amp; PICKLES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.qi.com.pt/"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;QI&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#66cccc;"&gt;(a única registada que é do Porto)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.paulonogues.com/"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Paulo Noguês - Consultoria de Marketing Unipessoal &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/img_noticias_mono.jpg" border="0" /&gt;Para demonstrar os serviços prestados por este tipo de empresas decidi escolher uma empresa recente e quase desconhecida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="http://www.portodeideias.pt/"&gt;Porto de Ideias &lt;/a&gt;é uma das empresas que não está registada na APECOM. Num excerto do texto de apresentação da página desta empresa diz: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;“A "Porto de Ideias" está vocacionada para trabalhar em parceria com as empresas, com especial enfoque na relação destas com os Órgãos de Comunicação Social (OCS), mas também em todas as vertentes da comunicação.”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Actua nas seguintes áreas:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.portodeideias.pt/detalheAcessoria.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Assessoria Mediática&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.portodeideias.pt/detalheAccoes.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Acções de Marketing &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;e &lt;a href="http://www.portodeideias.pt/detalhePatrocinios.html"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Patrocínios e Mecenatos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Tem como &lt;a href="http://www.portodeideias.pt/clientes.html"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;clientes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.afassociados.pt/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;AFA Associados&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.boavistafc.pt/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Boavista Futebol Clube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.cleanet.pt/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Cleanet&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.conti-online.com/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Continental Pneus&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.europcar-fs.pt/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Europcar Fleet Services&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://genealogia.sapo.pt/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Guarda-Mór Edição de Publicações Multimédia&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.jardimagem.pt/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Jardimagem&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.mikedavis-store.com/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Mike Davis&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;em&gt;“As relações públicas servem – ou poderiam servir – para branquear a imagem de um Richard Nixon, por exemplo. Ou para disfarçar o modo controverso de proceder de uma determinada companhia mineira. As relações públicas servem – ou poderiam servir – para convencer a “opinião pública” de que a actuação de uma grande instituição é correcta porque visa o bem comum (porque visa o bem comum, mesmo que tenha má cara). As relações públicas servem – ou poderiam servir – para tirar do anonimato esse grupo de filantropos que tantas coisas boas fizeram pelo bem da humanidade, para mostrar a faceta mais amável de um exército de libertação popular ou para fazer o mesmo com qualquer corpo militar enviado em missão de paz.”  &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;[García, Manuel M., &lt;em&gt;As Relações Públicas&lt;/em&gt;, Editorial Estampa ]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-113571488091571470?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/113571488091571470/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=113571488091571470' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113571488091571470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113571488091571470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2005/12/aula-n-7-as-empresas-de-relaes-pblicas.html' title='Aula nº 7 – As empresas de Relações Públicas em Portugal'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-113570795088259887</id><published>2005-12-27T17:57:00.000Z</published><updated>2005-12-27T20:24:25.586Z</updated><title type='text'>Aula nº 6 – Relações Publicas ou Publicidade?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É cada vez mais difícil distinguir &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Relações Públicas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; de &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Publicidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; e, em vários casos, uma depende da outra. Muitas vezes as Relações Públicas ajudam a construir as marcas. Se for uma pessoa conhecida dá a cara pela marca; se não for uma pessoa mas antes um departamento cria motivos para que se escolha uma marca e não outra (isto funciona, sobretudo, entre marcas desconhecidas). As Relações Públicas começam por construir a marca, a publicidade vem depois. Esta é, quase sempre, a melhor estratégia de construção da marca.&lt;br /&gt;A divulgação “boca a boca” é importante para a divulgação da notícia que, assim, é transmitida a várias pessoas. Esta divulgação atinge o seu auge através do jornalismo que chega até todas as pessoas. Os media surgem como uma forma de publicidade, pois atingem todos os públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das mensagens publicitárias que mais impacto teve na última década foi a da Martini. A imagem do Martini Man ficou mundialmente conhecida ultrapassando até a figura que lhe serviu de inspiração: Jean-Paul Belmondo em &lt;em&gt;O Acossado&lt;/em&gt; (A Bout de Souffle) de Jean-Luc Godard.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/vassoio%20Martini.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/vassoio%20Martini.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/image003.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/image003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(A procurar na Internet imagens publicitárias da bebida, há inúmeras ligações a blogues pessoais de fotografia onde a pose mais usada é a do Martini Man.)&lt;br /&gt;A Martini tem, ainda, uma grande quantidade de posters à venda assim como obras de arte inspiradas na bebida: &lt;a href="http://www.21ace.com/posters_martinis.html"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.21ace.com/posters_martinis.html&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A história da bebida Martini é vasta: passou pelas mãos dos sucessivos James Bond ao longo dos anos, assim como por Humphrey Bogart ou por Cary Grant e Deborah Kerr em &lt;em&gt;An Affair To Remember&lt;/em&gt; de Alfred Hitchcock. Além disso, diz-se que serviu de inspiração a Ernest Hemingway em &lt;em&gt;O Sol Nasce Sempre&lt;/em&gt; (Fiesta). [A história &lt;a href="http://www.dolcevita.com/cuisine/martini/martini.htm"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/martini.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/martini.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Actualmente a imagem do homem vestido de negro, com óculos escuros que passa o polegar pelos lábios foi substituída por esta publicidade: &lt;a href="http://www.martini.com/portugal/flashIndex.aspx"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Martini baby?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Começa a ser comum a publicidade através do choque, o melhor exemplo disso é, talvez a marca &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;United Colors of Benetton&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (o nome da marca é já, por si só, controverso: uma referência a United States of América). Os temas são &lt;a href="http://www.lxxl.pt/babel/biblioteca/toscani.html"&gt;&lt;em&gt;sempre apresentados de forma esteticamente muito intensiva e radical e em suporte fotográfico. De tal forma que provocam, sistematicamente, fortíssimas reacções provenientes dos mais variados sectores: críticas, anátemas, censuras, emoções. Quase sempre escândalo!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;O grande responsável pela polémica da marca é o fotógrafo Oliviero Toscani que cria efeitos simbólicos de choque. [&lt;a href="http://www.lxxl.pt/babel/biblioteca/toscani.html"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Oliviero Toscani: Considerações sobre um Intelectual-Publicitário&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/benetton.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/benetton.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outra visão:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=310OPP001"&gt;“Nem sempre os publicitários, mesmo quando são bons, sabem exatamente aonde querem chegar em termos sociais, já que na prática tratam primeiro de satisfazer tecnicamente à demanda de seus clientes. Isto pode não colocar maiores problemas quando se trata de produtos comerciais, mas o mesmo não se pode dizer de campanhas referentes à "cidadania". Neste último caso, intervêm de algum modo as regras da lógica social, que podem ser extremamente ambíguas.”&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outras ligações:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.swatch.com/index_flash.php"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Swatch&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;– e se todos saltassem no mesmo minuto ao mesmo tempo? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Imagens choque para prevenir incêndios: &lt;a href="http://urbi.ubi.pt/050412/edicao/271reg_publicidade_floresta.htm"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;http://urbi.ubi.pt/050412/edicao/271reg_publicidade_floresta.htm&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Viana do Castelo: Nova Biblioteca Municipal - arquitecto Siza Vieira conduziu visita guiada: &lt;a href="http://www.cm-viana-castelo.pt/noticias/arquivo/2005/agosto/noticia2.htm"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.cm-viana-castelo.pt/noticias/arquivo/2005/agosto/noticia2.htm&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-113570795088259887?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/113570795088259887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=113570795088259887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113570795088259887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113570795088259887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2005/12/aula-n-6-relaes-publicas-ou.html' title='Aula nº 6 – Relações Publicas ou Publicidade?'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-113569826638973347</id><published>2005-12-27T14:28:00.000Z</published><updated>2005-12-27T15:52:23.493Z</updated><title type='text'>Aula nº 5 – As Relações Públicas (RP)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Seguindo o conselho dado, adquiri o livro &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Técnicas de Comunicação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de J. Martins Lampreia e aprofundei o meu conhecimemto relativamente às Relações Públicas.&lt;br /&gt;A definição mais global diz que Relações Públicas são &lt;em&gt;“o conjunto de actividades destinadas a estabelecer e manter um clima favorável entre uma entidade, pública ou privada, e os seus diferentes públicos”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;No entanto, uma visão mais aprofundada do Instituto Britânico de Relações Públicas entende que se trata do &lt;em&gt;“esforço deliberado, planificado, coeso e contínuo da alta administração para estabelecer e manter uma compreensão mútua entre uma organização pública ou privada e o seu pessoal (…)”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Há, também, dois tipos de Relações Públicas, as &lt;strong&gt;Internas&lt;/strong&gt; (também chamadas relações humanas que ligam a administração e o pessoal visando uma boa comunicação interna) e as &lt;strong&gt;Externas&lt;/strong&gt; (dizem respeito à projecção da imagem da empresa para o exterior).&lt;br /&gt;A principal característica das RP, externas e internas é a &lt;em&gt;“existência permanente do feed-back. A comunicação é feita nos dois sentidos: &lt;strong&gt;ascendente&lt;/strong&gt; (quando vai dos empregados para administração) e &lt;strong&gt;descendente&lt;/strong&gt; (da administração para os empregados), permitindo o diálogo”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;As relações Públicas regem-se segundo o &lt;a href="http://www2.metodista.br/agenciarp/codigos_atenas.htm"&gt;Có&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www2.metodista.br/agenciarp/codigos_atenas.htm"&gt;digo de Atenas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exemplos de algumas ferramentas a que recorrem as Relações Públicas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Criação de uma imagem:&lt;/em&gt; O Festival de Vilar de Mouros realiza-se há 35 anos, e ao longo de todo este tempo a grande imagem de cartaz, apesar de ao longo dos anos ter sofrido evoluções, tem sido a vaca…&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/festiv9_80.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/festiv9_80.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/festivais.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/festivais.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/1600/vdm-logo[1].0.gif"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5546/1743/320/vdm-logo%5B1%5D.0.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- Marketing Político:&lt;/em&gt; Ana João Sepúlveda, em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Marketing Político na Internet&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, diz que: &lt;em&gt;"Marketing político é: saber informar e comunicar com o eleitor, é saber orientar e direccionar as ideias do partido/candidato/governo em função das necessidades que se detectam, é definir claramente quem é o público a que se está a servir (o segmento de mercado) e potenciar relações duradouras com esse público alvo. E tem no marketing eleitoral a sua faceta mais popularmente conhecida, o que muitas vezes leva a que sejam tidos como iguais.Em termos governamentais, o marketing político é o ajustar as medidas às necessidades da Nação, aos anseios dos cidadãos, no sentido de os servir sempre melhor. É aproximar o governo dos governados. Afinal o governo tem como patrão o povo”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;[A meu ver isto é uma visão “cor-de-rosa” daquilo que se passa realmente. Será que tudo isso é feito para “satisfazer o povo” ou será antes tentativa de “lavagem cerebral”? Inclino-me para a segunda opção… Será que o povo precisa assim tanto de canetas, sacos de plástico e folhetos? Será que este marketing é uma forma de incentivar a reciclagem?]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Patrocínios e Mecenato: &lt;/em&gt;a recuperação do Teatro Circo de Braga tem como mecenas a Tabaqueira, S.A.; a programação do Teatro Nacional de São Carlos tem como mecenas a Fundação Banco Comercial Português; o Museu do Azulejo tem como mecenas a Cimpor, S.A.; a programação do Teatro Nacional de São João tem como mecenas o Banco Português do Investimento; entre outros.&lt;br /&gt;O banco BPI apoia cinco instituições de solidariedade se os clientes usarem os cartões.&lt;br /&gt;[Mais informação sobre o Mecenato Cultural &lt;a href="http://www.min-cultura.pt/Noticias/Mecenato.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;] &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;[Campanha Ajude a Sorrir do BPI - &lt;a href="http://www.bancobpi.pt/pagina.asp?s=1&amp;a=3&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;p=7&amp;f=799&amp;amp;opt=f"&gt;AQUI&lt;/a&gt;] &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, sempre que se fala de Relações Públicas, à uma relação automática aos bares e discotecas. Não há um que não tenha um RP, de preferência conhecido: &lt;em&gt;“Dani, apesar de ter começado como jogador de futebol, nunca mostrou ser um grande profissional na área. Por isso, optou por seguir e experimentar outros ventos. Neste momento é empresário e foi convidado por José Manuel Trigo para ser o novo relações públicas do seu espaço nocturno. O T-Clube é uma das discotecas mais badaladas da noite algarvia e só por isso vale a pena. Adepto da noite, Dani aceitou a proposta de bom grado e garantiu que esta é uma experiência que muito lhe agrada”&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;[O Dani deve ter adorado este texto, principalmente a parte em que o profissionalismo é questionado… Este texto e outros do género &lt;a href="http://noites.do.sapo.pt/noticiasant.htm"&gt;AQUI&lt;/a&gt;] &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-113569826638973347?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/113569826638973347/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=113569826638973347' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113569826638973347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113569826638973347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2005/12/aula-n-5-as-relaes-pblicas-rp.html' title='Aula nº 5 – As Relações Públicas (RP)'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-113140530599884980</id><published>2005-11-07T22:36:00.000Z</published><updated>2005-12-27T20:39:19.043Z</updated><title type='text'>Aula nº 4 - Aquilo de que o Marketing é capaz...</title><content type='html'>Agora é a sério. Depois de um mês dedicado à exploração do mundo dos blogues, finalmente, começou a sua verdadeira finalidade... Esta quarta aula (na teoria, porque a quarta aula na prática foi boicotada por... nós) foi dedicada o marketing. Não é assim tão simples, o marketing, basicamente, está em todo lado, é omnipresente. Acho que esta omnipresença do marketing é a deixa para dizer que &lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/obspp270220021.htm"&gt;"O 'cara' que melhor utilizou o marketing foi Cristo"&lt;/a&gt;. Esta é uma daquelas verdades que nunca me ocorreu, verdade essa de Paulo José Cunha que acrescenta que "o cristianismo criou um genial símbolo de campanha – a cruz – até hoje imbatível como logomarca".&lt;br /&gt;Também o presidente americano, George W. Bush, nos mostrou que sabe usar o marketing quando, no dia de Acção de Graças do ano de 2003, levou um perú de presente aos militares no Iraque. O problema é que &lt;a href="http://www.washingtonpost.com/ac2/wp-dyn/A33090-2003Dec3"&gt;o perú era de plástico &lt;/a&gt;e era suposto ninguém saber... (pessoalmente não vejo qual é o mal. Afinal, não é toda a comida americana plástico?).&lt;br /&gt;Para terminar a saga do marketing da aula de hoje fica a grande criação da Renova: &lt;a href="http://www.renovaonline.net/you_ipt.html"&gt;o papel higiénico preto&lt;/a&gt;. Não há dúvida que é... original, uma ideia completamente renova(dora), e até percebo para o que serve. Mas afinal, é mesmo só estratégia ou alguém o compra realmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta actualização vou-me permitir divagar um pouco mais sobre este produto da Renova. Muito provavelmente ninguém o vai usar realmente, mas o objectivo da publicidade choque é cumprido. As pessoas questionam-se (tal como eu fiz) e acabam por comprar para "ver como é". Não será esta curiosidade uma "rampa de lançamento" da marca? Tal como hoje chamamos aos lenços de papel "kleenex", poderemos um dia dizer "Vou ali ao supermercado comprar renova" (mesmo que de outra marca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://tdi.tagus.ist.utl.pt/portal/article.php?sid=1381&amp;mode=thread&amp;amp;amp;amp;amp;order=0&amp;amp;thold=0"&gt;Pelo sim, pelo não aqui ficam as 10 lições do marketing!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-113140530599884980?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/113140530599884980/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=113140530599884980' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113140530599884980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113140530599884980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2005/11/aula-n-4-aquilo-de-que-o-marketing.html' title='Aula nº 4 - Aquilo de que o Marketing é capaz...'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-113015388583793619</id><published>2005-10-24T12:27:00.000+01:00</published><updated>2005-10-24T12:38:05.843+01:00</updated><title type='text'>Funcionamento do Blogue</title><content type='html'>Na aula de hoje (nº 3) foram feitas as últimas reparações técnicas dos blogues e delineadas as regras de funcionamento dos mesmos.&lt;br /&gt;Os servidores destes novos espaços individuais dos alunos variam entre o blogger (como é o caso) e a sapo.&lt;br /&gt;A finalidade deste espaço é meramente pedagógica e visa acompanhar a evolução das aulas, é individual mas não engloba a vida pessoal.&lt;br /&gt;O blogue será registado pelo professor e consultado de tempos a tempos, por esse motivo deverá ser acualizado semanalmente.&lt;br /&gt;O professor incentiva a que sejam criadas categorias assim como mudanças no blogue, desde que seja sempre dentro da temática da cadeira.&lt;br /&gt;Os comentários e o e-mail serão essenciais para a comunicação entre alunos e docente.&lt;br /&gt;Todas estas regras: &lt;a href="http://estrategias.blogsome.com/algumas-regras-para-funcionamento-pedagogico/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-113015388583793619?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/113015388583793619/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=113015388583793619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113015388583793619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/113015388583793619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2005/10/funcionamento-do-blogue.html' title='Funcionamento do Blogue'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17948857.post-112954863252970423</id><published>2005-10-17T12:22:00.000+01:00</published><updated>2005-10-17T12:30:32.530+01:00</updated><title type='text'>o início</title><content type='html'>E assim começa o novo blog no âmbito da cadeira de &lt;a href="http://estrategias.blogsome.com"&gt;Estratégias de Comunicação&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Neste espaço irão aparecer, entre outras coisas, os resumos de todas as aulas desta cadeira.&lt;br /&gt;A Comunicação é a base de várias coisas... deste blog também...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17948857-112954863252970423?l=comunicar-divagando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/feeds/112954863252970423/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17948857&amp;postID=112954863252970423' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/112954863252970423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17948857/posts/default/112954863252970423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comunicar-divagando.blogspot.com/2005/10/o-incio.html' title='o início'/><author><name>Alexandra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07926544295675474405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
